Dra., quero me divorciar. Ele está de acordo. Quanto fica?
O mapa que você precisa ter antes de aceitar o primeiro caso de Família.
O que perguntar, onde procurar, quem pode intervir e qual o próximo passo, antes de prometer uma solução ao cliente.
Dois encontros online e ao vivo para advogados, advogados estagiários e solicitadores. Na primeira sexta-feira, a gente constrói o mapa da área; na segunda, aprende a se mover dentro dele.
Chega uma mensagem.
Dra., quero me divorciar. Ele está de acordo. Quanto fica?
Queremos casar com separação de bens, mas somos brasileiros. Disseram que temos de escolher a lei. Pode nos ajudar?
A Segurança Social travou o abono e disse que preciso apresentar uma sentença sobre o meu filho. Quanto tempo demora para conseguir essa sentença?
Compramos uma casa ano passado. Agora vamos nos separar e os dois queremos ficar com a casa. Como fazemos?
Preciso de ajuda com uma questão de Família. A senhora faz esse tipo de processo?
Parece pouco. Mas antes de falar em preço ou prazo, tem uma pergunta anterior: isso é mesmo uma questão de Direito da Família? E, se for, Portugal pode intervir? E, mesmo podendo, é a lei portuguesa que se aplica?
E você sabe o que precisa descobrir antes de responder?
Um caso de Família pode exigir muito mais do que encontrar um artigo do Código Civil. É preciso perceber que fontes entram, que vias existem, quem pode precisar intervir e quando o próprio advogado precisa trabalhar com outros profissionais.
O Livro IV do Código Civil é uma referência central, mas não contém sozinho tudo aquilo de que o advogado precisa para atuar em Direito da Família. Processo, proteção de crianças, organização judiciária, deontologia, Direito Internacional Privado e outras áreas do próprio Direito podem mudar o enquadramento e o caminho.
Às vezes, resolver uma questão familiar abre outra questão patrimonial, laboral, societária, fiscal ou internacional. O importante é perceber quando isso aconteceu, para não continuar tratando tudo como se estivesse dentro do mesmo problema.
O objetivo não é decorar diplomas. É construir repertório para saber onde começar a procurar e reconhecer quando a resposta exige sair dali e abrir outra frente de investigação.
A primeira sexta vale por si. É o mapa que eu fui montando a partir de 2016, processo a processo, organizado para você ter antes de atender o primeiro cliente de Família.
Ao final da formação, você não terá estudado cada instituto de Direito da Família em profundidade. Terá construído uma visão panorâmica da área que ajuda a localizar um problema, perceber com que ele se conecta e entender o que ainda precisa ser aprofundado.
Você passa a enxergar:
Isso também muda a forma como você aproveita as formações seguintes. Em vez de estudar divórcio, responsabilidades parentais, união de facto ou planeamento matrimonial como assuntos isolados, cada nova matéria passa a encontrar um lugar dentro do mapa.
Antes de aprofundar uma matéria, é preciso saber onde ela se encaixa no sistema, com o que se conecta e quando uma resposta abre uma nova pergunta.
Esta não é uma formação para ensinar você a fazer um divórcio, uma regulação das responsabilidades parentais ou uma partilha. Ela acontece antes disso.
Ao longo dos dois encontros, você constrói uma visão panorâmica do Direito da Família em Portugal: o que integra a área, onde procurar, que caminhos podem existir, quando outro ordenamento precisa ser considerado e como continuar estudando quando um assunto concreto aparecer.
Você não sai daqui sabendo executar qualquer processo de Família. Sai sabendo localizar melhor o problema dentro do sistema, reconhecer os limites do que já sabe e perceber o que precisa aprofundar antes de avançar.
A formação foi pensada para advogados, advogados estagiários e solicitadores que querem uma base organizada antes de aceitar, ou de continuar a aceitar, casos de Família. Em especial:
Você não precisa chegar à formação decidido a atuar em Família. Entender a área também é uma forma de decidir se quer desenvolvê-la, encaminhá-la ou incorporá-la ao escritório por meio de colaboração e parceria.
Me inscrevi na OAB/PR em agosto e na Ordem dos Advogados em Portugal em outubro. Comecei a advogar sem ter feito o estágio cá e sem um patrono que me mostrasse a prática.
Em fevereiro, recebi a minha primeira nomeação pelo apoio judiciário, e foi em Família. Em março, fiz a minha primeira intervenção em tribunal, também em Família.
Muitos dos meus primeiros clientes eram estrangeiros, sobretudo brasileiros, também pela minha nacionalidade e pelo trabalho inicial ligado à imigração. Família apareceu naturalmente nessa carteira. Depois vieram os clientes privados, as indicações, as colaborações e as parcerias.
E os casos foram ficando menos portugueses do que pareciam:
Isso me obrigou cedo a duas aprendizagens: não importar o Direito brasileiro e reconhecer quando Portugal não basta. Daí em diante, foi estudo, cursos, formação contínua e prática.
Dei as primeiras formações para advogados, e assim nasceu o Advogando em Portugal.
O escritório passou a ter foco em Família.
Em fevereiro, me tornei doutora pela Universidade de Coimbra. No mesmo ano, recebi as minhas primeiras orientandas.
Tive a minha primeira turma de Direito da Família na licenciatura, na Universidade Lusíada.
Sou professora regente de Direito da Família e de Direito das Sucessões na Universidade Lusíada, no Porto, onde leciono também Responsabilidade Civil e, no mestrado, Responsabilidade Civil Médica.
Em 2026, chegou o momento de ensinar o mapa inteiro aos colegas advogados, não apenas partes dele.
Quero muito “entrar” em família. Mas quero pelo menos ter uma noção básica para não fazer m*%#@ de imediato 🤣🤣🤣
tenho atuado nesta área. E é aquela coisa, aprendendo na raça rsrsrs […] Mas sinto falta de um curso a respeito
Pra família eu teria que começar do zero, só sei o básico que tive q me virar pra interligar com o migratório
E o tema é pesado, trabalhar com família demanda preparação 🧠🧠
extremamente enriquecedora essa aula, não sabia dessas nuances do direito internacional de família
Que aula maravilhosa, quanta situação diferente do que somos acostumado na nossa lei brasileira.
Quantos detalhes que se tornam solução ou não de um caso.
Adoro de verdade suas aulas, sua didática.
que aula enriquecedora, um novo mundo a ser explorado na minha advocacia / nem de longe foi rasa, muitos ensinamentos valiosos
O conteúdo esta bem estruturado, fácil de acompanhar e ao mesmo tempo aprofundado o suficiente para gerar aprendizado consistente para aplicação no cotidiano profissional. A didática é clara, o que facilita muito a compreensão.
nunca aprendi tanto em uma matéria em tão pouco tempo
os meus dois sonhos de consumo são: […] poder fazer o seu curso de direito de família, então sim, temos demanda reprimida
Isso é pressão pra vc lançar o curso de família, se faz favor!! Kk
Aguardando pelo curso de direito da família para preparar-me para o CEJ 🙏🏾
Gostaria de saber se há alguma previsão para a abertura do curso de Direito de Família, tenho muito interesse.
Aguardando curso de família 🥲🥲🥲
Agora ela chegou.
Antes de fechar o conteúdo, perguntei a um grupo de colegas como preferiam fazer esta formação. Foram eles que escolheram as duas sextas-feiras, 30 de outubro e 6 de novembro, em vez de dois dias seguidos.
Também perguntei o que mais trava cada um quando aparece um caso de Família. As respostas mostraram onde está o peso.
Quando aparece um caso de Família, o que mais te trava hoje?
O medo de errar atravessa os módulos 7 e 9. Nos módulos 4 e 5, o foco é reconhecer quando o caso tem ligação com o Brasil ou com outro país e que perguntas fazer antes de aplicar a lei portuguesa. E quanto cobrar aparece no módulo 9.
Os dois encontros ao vivo, 30 de outubro e 6 de novembro, 11 horas no total.
Com a gravação, você volta a cada bloco quando o tema aparecer na prática.
Os dois encontros ao vivo + slides + gravação editada em mini-aulas, com 6 meses de acesso a contar da compra.
A gravação será disponibilizada em até 15 dias após o segundo encontro.
297 € para compras até 20 de novembro. Depois dessa data, 397 €.
Valores com IVA incluído. Antes de comprar, veja nas perguntas frequentes «Atenção à cobrança do IVA».
Não. A formação parte do princípio de que você ainda não atua regularmente na área e constrói o mapa desde o início.
Não. A formação não inclui análise de casos concretos dos participantes.
O ingresso com gravação resolve isso: a gravação editada em mini-aulas é disponibilizada em até 15 dias após o segundo encontro, com 6 meses de acesso a contar da compra.
Só com o ingresso ao vivo + gravação. O ingresso ao vivo não inclui os slides.
Das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00, hora de Lisboa.
A compra é feita pela Hotmart. Na sua área de aluno da Hotmart, você vai encontrar o link de acesso à sala de aula, onde os dois encontros acontecem ao vivo pelo Microsoft Teams.
Sim. Alunos do Portal têm 15% de desconto. Use o código de desconto do Portal no checkout da Hotmart. O desconto não é cumulativo com outros códigos.
Os valores têm IVA incluído. Se você tiver NIF ou número de IVA validado no VIES, o sistema europeu de validação de números de IVA, e atuar em prestação de serviços intracomunitários, poderá ser aplicável a autoliquidação, com redução do IVA no checkout da Hotmart.
Antes de concluir a compra:
A fatura é emitida pela Hotmart.
É a primeira formação da linha de Família porque foi pensada para vir antes das formações temáticas: primeiro o mapa; depois, o aprofundamento de cada matéria.
«Dra., quero me divorciar. Ele está de acordo. Quanto fica?»
No primeiro contacto, parece uma pergunta sobre preço.
Depois de construir o mapa, você percebe que ainda existem perguntas anteriores: o que realmente está em causa, que informação falta, que sistema jurídico entra, onde procurar e se você está preparado para assumir aquele trabalho.
Primeiros Passos no Direito da Família não entrega uma resposta pronta para cada mensagem que vai chegar ao seu escritório. Entrega o mapa para você saber o que precisa descobrir antes de responder.
Sextas-feiras, 30 de outubro e 6 de novembro de 2026, online e ao vivo.